domingo, 23 de junho de 2013

Protesto e Economia (o que muda no Planejamento Estratégico das Empresas ou na nossa vida pessoal)

Protesto e Economia

Abaixo mais uma excelente coluna da Miriam Leitão, colocando para TODOS de maneira simples os desdobramentos conjunturais.
Os Empresários/Empreendedores (principalmente os Micro, Pequenos e Médios) devem rever seu PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO e fazer as alterações necessárias. Lebrar sempre dos meus posts anteriores: Ajustes são necessários SEMPRE!
Boa leitura.
Enviado por Míriam Leitão - 
 22.06.2013
  | 
 09h00m
COLUNA NO GLOBO

Protesto e economia

Duas questões são inevitáveis para uma coluna de economia num momento conturbado como este de manifestações: o que há de economia na insatisfação coletiva e como os protestos afetam a economia. Primeiro, é preciso explicar o que não é: a disparada do dólar não é efeito direto da situação brasileira. Ocorre no mundo inteiro. Mas sobe mais no Brasil.
O dólar ontem caiu, depois de cinco altas, mas a valorização maior da moeda americana nos últimos dias no Brasil é efeito das incertezas sobre o país, e uma delas é o déficit externo, que chegou a 3,2% do PIB. A eclosão de manifestações é só mais uma razão para o dólar subir, mas não a mais importante. O que há é uma realocação global do capital dos investidores após o pronunciamento do Fed. O presidente do banco central americano, Ben Bernanke, fez um pronunciamento otimista sobre a economia americana e isso elevou a aposta no dólar. Ele subiu frente à maioria das moedas do mundo.
O Banco Central brasileiro já sabia que aconteceria essa nova postura da política monetária americana. Mas não achava que a desvalorização da moeda brasileira seria tão forte e acreditava que a alta do dólar não afetaria a inflação.
Já está afetando a inflação e criando outras distorções. Empresas que se endividaram recentemente em dólar, e já tinham dívidas altas em moeda estrangeira, estão com um custo financeiro maior, como a Petrobras. Quando o dólar sobe, o custo de importar combustíveis fica mais alto. A desvalorização alimenta a elevação dos preços. E a inflação é uma das causas da insatisfação popular. O movimento é circular.
Há muito de economia no movimento que levou brasileiros às ruas, mas essa não é a única fonte de insatisfação. A inflação tirou renda das famílias, que já está muito comprometida com o pagamento das dívidas; e o país não cresce. A perspectiva é de inflação alta e juros subindo e encarecendo as dívidas. A sensação de ascensão social, que vinha encantando milhões de famílias, encontrou nessa combinação uma barreira.
O efeito das manifestações na economia é mais lento. Se os protestos continuarem por muito tempo, há um preço econômico: empresas fecham mais cedo e produzem menos nos dias de passeata, como na quinta-feira, entregas atrasam, eventos são cancelados, investimentos começam a ir para a gaveta à espera de mais previsibilidade, capitais procuram portos mais seguros. As empresas detestam ambiente fluido. Mas qualquer um é capaz de separar o que são movimentos eventuais de protesto — mesmo que em alguns casos haja episódios violentos — e o que são países com instabilidade política e sem instituições fortes. Não é o caso do Brasil, que tem instituições democráticas sólidas, a despeito da insatisfação que se tenha com uma ou outra dessas instâncias de poder.
Em resumo: as manifestações não são culpadas pela disparada do dólar ou queda da bolsa. Há outros fatores provocando esses efeitos. Eles podem apenas ficar mais agudos. Também não se pode acusar os movimentos de provocarem danos à economia. Se eles se prolongarem por muito tempo, com o governo se mostrando incapaz de responder aos eventos, investimentos podem ser adiados. Por enquanto, o que há é apenas um acompanhamento da situação.

O problema é que os investidores brasileiros e estrangeiros querem mais austeridade fiscal. Acham que assim o país superará o início da crise de confiança que se formou levando ao viés negativo na classificação de risco. Os manifestantes têm feito reivindicações que, para serem atendidas, exigirão aumentos de gastos. O governo, ao distribuir subsídios indiscriminadamente aos setores empresariais, ficou sem margem de manobra para ampliar os investimentos públicos.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Micro e Pequena Empresa - Ferramentas Básicas de Gestão

Excelente o artigo do prof. Rodrigo Zeidan , da Fundação Dom Cabral, publicada na Revista Exame, de 10/12/12 (http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/4-ferramentas-basicas-para-gerir-um-negocio).

O artigo vai ao encontro do que é apresentado neste blog.
Gestão da Informação é fundamental para o sucesso do negócio (principalmente para o pequeno e micro Empreendedor).
Falamos de Planejamento Estratégico, Indicadores, Acompanhamento e Monitoramento.
Além disso, já falamos que o controle deve ser simples e elaborado por quem entende do negócio: O Empreendedor.
Os Demonstrativos Financeiros não devem ficar por conta e responsabilidade do contador, uma vez que, para ele, basta cumprir as demandas legais.
O Consultor que sua empresa contratar deve ajudar na elaboração de Controles que sejam de fácil apuração e que sejam úteis para a Tomada de Decisão.

Leia o artigo abaixo, converse com outros empresários de sua área de atuação, forme sua opinião.

Este assunto é muito importante para a sobrevida do seu Empreendimento.

Bruno Ferreira Moura
Garcia-Moura Consultoria em Gestão Empresarial
(21) 8441-8777





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4 ferramentas básicas para gerir um negócio

Especialista lista os indicadores necessários para a gestão de uma pequena empresa

Quais são as ferramentas básicas para gerir um negócio?
Respondido por Rodrigo Zeidan, especialista em finanças

Toda gestão só é possível com uma boa estratégia. Confira abaixo as ferramentas de finanças essenciais para gerir uma pequena empresa.

1. Formulação de estratégias de negócio
Na formulação das estratégias para a sua empresa, é preciso saber claramente qual a vantagem competitiva, se a empresa tem poder de mercado com os consumidores ou fornecedores, se existe risco de entrada de novos competidores ou de novos produtos substitutos e  qual o grau de rivalidade entre concorrentes.

Além disso, vale saber se é possível que a empresa cresça significativamente no futuro com a atual linha de produtos ou serviços, ou precisará desenvolver novos. Somente com essas informações o empreendedor pode definir estratégias adequadas de gestão.

2. Demonstrativos financeiros confiáveis
Informação é a principal variável no processo de tomada de decisão empresarial. Isso significa que uma empresa, por menor que seja, deve ter sempre disponíveis balanços, relatórios contábeis e financeiros atualizados e corretos.

Muitos empreendedores deixam na mão de contadores a criação de demonstrativos financeiros e não os utilizam para tomada de decisão e somente para fins de legislação. Quem não consegue analisar indicadores financeiros e estabelecer metas para o crescimento e lucratividade da empresa vai ter muitas dificuldades em sobreviver no longo prazo.

3. Estabelecimento de metas e indicadores
A maioria dos microempresários não estabelece metas ou indicadores de desempenho para a empresa, um erro que faz com que o empreendedor não tenha como acompanhar o desenvolvimento do negócio.

Para muitos, basta criar algumas metas simples para acompanhar a evolução, como crescimento de receita, produtividade dos funcionários, lucratividade ou prazo médio de pagamento e recebimento.

4. Acompanhamento e monitoramento
Ainda falta a muitas empresas a cultura de acompanhamento e monitoramento (e eventual readequação) do plano de negócios à realidade do negócio. Uma vez construídos indicadores e feito o plano resta ao empresário a tarefa de monitorar a evolução dos índices para possíveis mudanças de rumo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O impacto das políticas governamentais no Planejamento Estratégico

O fim da herança bendita?
(Para os economistas Edward Amadeo e Armínio Fraga, guinada nas agendas de reformas do país desde a crise de 2008 gerou “certa volta ao modelo dos anos 70”).

É muito interessante a leitura do artigo "O fim da herança bendita?", publicado no jornal O Globo no último dia 16/12/12 (link: http://oglobo.globo.com/economia/o-fim-da-heranca-bendita-7066508).

Os empreendedores (principalmente de micro, pequena e média empresa) podem achar que "isso é apenas opinião de jornal" ou ainda "isso não ter nada a ver com o meu negócio". Este é um grande erro de avaliação do potencial de uso da Informação.

Tudo o que acontece no país tem uma causa, uma origem. Em termos de economia, as políticas governamentais de curto, médio e longo prazo impactam diretamente (positiva ou negativamente) na vida das pessoas e, consequentemente, no resultado das empresas.

Concordando ou não com as opiniões emitidas, é importante que as tendências do mercado sejam analisadas de maneira imparcial quando estamos seguindo um Planejamento Estratégico.

Seja qual for o nosso mercado (produtos, serviços, infra estrutura, agro indústria), nossos Planos de Ação derivados das análises SWOT devem ser monitorados para ver se estão alinhados ao que esperamos do mercado.

Analisar o Contexto Econômico e Social que está à nossa volta é essencial para que nossas expectativas (metas) sejam alcançadas, é como, ao pilotar um avião, ficar atento ao radar para que as zonas de turbulência sejam evitadas e se consiga chegar ao destino.

As mudanças de rota podem até fazer com que a viagem dure mais que o esperado (prazo de retorno pode ser maior, prazo maior para atingir o ponto de equilíbrio, etc), mas diminui muito as chances de que um acidente ocorra no caminho (prejuízo, perda de caixa, endividamento, estoque muito alto de matérias primas ou produtos acabados, etc).

Vamos lá. Aplicar os conceitos e ferramentas de Planejamento Estratégico depende apenas da equipe. A presença de um Consultor é valiosa do ponto de vista de mediação, de foco.


Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 2012

Bruno Ferreira Moura
Consultor Empresarial
www.garcia-moura.com.br
bf_moura@garcia-moura.com.br
(21) 84418777

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Planejamento Estratégico 2013 - Importância das Informações, Análises e Orientações

Como podemos ver abaixo, na reportagem da Agência Brasil, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) está com previsão de crescimento do PIB este ano (2012) em 0,9%. Para 2013, a previsão é de um crescimento perto dos 3%, com crescimento ao longo do ano (primeiro trimestre deve ser fraco).

Como traduzir esta informação para seu negócio?

Esta análise não é igual para todas as empresas. Cada uma está em uma atividade que pode estar com curva de crescimento melhor ou pior que a média acima. Cada empresa tem que estudar o SEU mercado de atuação: Mercado Interno ou Externo? Bens de 1ª necessidade ou Luxo? Em que regiões do país atua?

Como vimos no meu post de Outubro deste ano (Planejamento Estratégico para 2013), o Planejamento Estratégico bem estruturado é fundamental para que as previsões possam ser analisadas. A análise SWOT, por exemplo, é um excelente exercício, pois na sua elaboração, podemos avaliar (identificar):


  • Pontos Fortes e Fracos da Empresa
  • Oportunidades e Ameaças do contexto Econômico e do mercado de atuação da Empresa
  • O que Ajuda e o que Atrapalha, o que depende (Análise Interna)
  • O que não depende (Análise Externa) da Empresa.

Refeita esta análise, temos que verificar, à luz dos Objetivos Eatratégicos, a necessidade de correção de rumo nos Planos de Ação.

Não perca esta oportunidade de se preparar para o futuro.
Se informe. Procure um Consultor especializado.


Bruno F. Moura
Dezembro de 2012

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Ibre-FGV estima crescimento do PIB em 1% em 2012
10/12/2012 - 18h12
Economia
Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, que apontaram taxa de crescimento de 0,6%, levaram os economistas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) a confirmar para 1% a projeção para o desempenho do PIB este ano. “Talvez um pouquinho menos”, algo como 0,9%, admitiu, em entrevista à Agência Brasil, o pesquisador do Ibre-FGV, Régis Bonelli, coordenador do seminário trimestral de Análise Conjuntural que o instituto promove nesta segunda-feira (10), na sede da FGV, no Rio de Janeiro.

A produção industrial fraca e a baixa taxa de formação bruta de capital fixo (taxa de investimento doméstico) corroboram a estimativa do Ibre-FGV. A queda da taxa de investimento pelo quinto trimestre consecutivo pode afetar a taxa de crescimento do PIB em 2013. A projeção é que a expansão se aproxime de 2,9%, ficando abaixo da meta revista pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de 4,5% para 4%.

O quadro externo deverá influenciar o crescimento econômico do Brasil, com a Europa em crise e perspectiva de reduzida aceleração nos Estados Unidos. Bonelli disse que na América Latina, com exceção do Peru, do Chile e do México, o restante dos países não deverá estar muito bem no próximo ano. O Japão também não deverá mostrar expansão econômica expressiva.

“Em um contexto externo pouco favorável, o nosso modelo está indicando crescimento em torno de 3% ou 2,9%, no ano que vem”. A China, em contrapartida, deverá crescer um pouco mais que este ano, passando de 7,6% para 7,8%, analisou o economista.

Apesar de a economia estar em desaceleração, o Brasil deverá, continuar a atrair investimentos diretos estrangeiros. “É sinal de alguma confiança. Mesmo crescendo pouco, o Brasil é um país gigantesco”. Bonelli acredita que a reforma anunciada pelo governo no sistema de concessões na área de portos, ferrovias e rodovias consiga atrair também investimentos estrangeiros “onde o país mais necessita, que é na infraestrutura”.

Entre os sinais positivos, Bonelli destacou a atuação do Banco Central para derrubar a taxa de juros sem afetar a inflação. Ele acrescentou que uma expansão do PIB em 2013 maior que 2,9% vai depender da retomada do investimento doméstico. “Ele meio que autorreferenda o crescimento do PIB mais lento”. De acordo com os indicadores da FGV, não há sinais de grande recuperação para a taxa bruta de capital fixo à frente.

Bonelli lembrou, entretanto, que isso é um comportamento muito volátil. “Uma mudança nas regras do jogo, uma mudança nas condições internas, podem fazer isso virar muito rapidamente”. O pesquisador do Ibre-FGV acredita na recuperação da indústria brasileira no próximo ano, mas avaliou que isso vai depender também do que acontecer com os países vizinhos da América do Sul, em especial a Argentina.

O coordenador da área de Economia Aplicada do Ibre-FGV, Armando Castelar, também considerou difícil que o PIB cresça até 4% em 2013, como previu o ministro Mantega. “É improvável que o investimento tenha uma recuperação muito forte”, embora o governo tenha introduzido estímulos na economia reduzindo juros e aumentando o crédito público, por exemplo. “Mas o investimento é muito retraído, lá fora vai ser um ano difícil”, disse à Agência Brasil.

Ao contrário deste ano, em que o investimento interno deverá cair cerca de 3%, Castelar admitiu que a taxa poderá crescer no ano que vem. Ele alertou, porém, que isso vai depender do que ocorrer com o investimento público e da velocidade com que as concessões nos setores de portos, ferrovias e aeroportos ocorram.

De maneira relevante, vai depender do que ocorrer com a Petrobras, salientou o economista, tendo em vista que a estatal responde por grandes investimentos efetuados no país. “Acho que a Petrobras está sofrendo com a questão do preço congelado”. Segundo Castelar, isso inibe um pouco a capacidade de a empresa investir.

Castelar analisou que 2013 será um ano melhor que 2012, mas “vai começar pouco acelerado, porque o terceiro trimestre foi relativamente fraco, o quarto trimestre não deve mostrar uma recuperação muito forte”. Nesse contexto, a expectativa é que o próximo ano cresça mais, embora “acelerando aos poucos”.

Edição: Fábio Massall

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Planejamento Estratégico 2013: PIB, PIBINHO, PIBÃO?


Precisamos ficar de olho nas notícias. Temos que escutar várias opiniões de gente especializada para que possamos traçar os cenários possíveis para nossa atividade.


Dilma deveria demitir Mantega para reconquistar confiança, diz revista

Economia brasileira cresce 0,6% no 3º trimestre, mostra IBGE

Planejar significa ficar atentos para fazer as correções necessárias, estudar novas alternativas, inovar conceitos para prosperar.

Planejamento Estratégico, Planos de Ação, Análise SWOT não garantem "céu de brigadeiro".  Estas ferramentas garantem que podemos corrigir a rota, contornar "nuvens negras", rever o tempo de viagem, mas conseguir chegar ao destino planejado.


Vamos lá!

Ao Planejamento Estratégico para 2013. Olho no negócio, olho nos clientes, olho no mercado!

Bruno Moura

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Controle – Computador ou Caderno? Nós, Consultores, Complicamos o que é Simples ou Simplificamos o que é Complexo?


No quadro Mães S/A do Fantástico exibido no último Domingo (04/11/12) pela Rede Globo (http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681969-15605,00.html), sob o título “Mães empreendedoras começam a dar cara mais profissional aos negócios”, Max Gehringer explica a importância do Controle na Gestão de qualquer empreendimento, de qualquer atividade e tamanho.

Vendo a reportagem, percebi uma recomendação no final que me pareceu um pouco fora de Contexto: Na visão do Consultor e do marido de uma das empreendedoras, a pura passagem do controle do caderno para uma planilha eletrônica implicaria na melhoria da qualidade das informações e, consequentemente, do Controle e da Gestão, fato que não concordo.

Para mim, a importância de Controle e Gestão é inquestionável. O que deve ser observado é a ADEQUAÇÃO DOS MÉTODOS ao TAMANHO DO NEGÓCIO (ver no meu blog “TÁXI: Como obter maior lucratividade na Prestação de Serviços – Parte 2 – Planejamento e Controle”, de setembro de 2012), pois vivemos numa época em que as estratégias estão muito voltadas para as GRANDES CORPORAÇÕES, assim como a linguagem de demostração das Ferramentas de Gestão.
“Se você não pode medir, você não pode gerenciar” (Peter Drucker).
A grande SACADA da matéria do Fantástico é mostrar aos Empreendedores em geral que, sem controle, é impossível fazer uma Gestão compatível com os objetivos de cada Empreendedor.
O que não podemos fazer é induzir os Empreendedores a utilizar MANDATORIAMENTE um Computador. É claro que hoje em dia um % maior de famílias (45%, em 2011, contra 35% em 2010 - pesquisa TIC Domicílios - CGI.br) tem um computador em casa. É claro que o Computador está se tornando mais um eletrodoméstico, mas atenção: Ele é utilizado para LAZER da família (e-mail, redes sociais, fotos, filmes, música) e, com certeza, um percentual ínfimo de usuários sabe manipular com desenvoltura uma planilha eletrônica. A própria matéria do Fantástico é conclusiva quanto a isso: O que falta para as 3 empreendedoras (situação vivida pela quase totalidade dos empreendedores do Brasil) é o conhecimento da metodologia de Controle e Gestão.

É este o treinamento que nós, como Consultores, devemos dar aos Empreendedores. Falar de cara em Planilha Eletrônica antes da Metodologia e Processos de Controle é como levar um desnutrido grave a uma Churrascaria Rodízio antes de um tratamento clínico: “Tá vendo? Basta comer que a desnutrição acaba”.

O Empreendedor necessita de ajuda para a construção de um “Sistema de Controle e Gestão”. Este Sistema pode não ser informatizado no início (a Informatização vem depois).

O Empreendedor necessita da nossa ajuda para alocar logicamente o conjunto de conhecimentos do seu negócio (operação, comercialização, demanda e concorrência), e, assim poder detalhar os pontos que devem ser registrados e medidos no seu “Sistema de Controle e Gestão”.

Neste momento, nós, Consultores, entramos “no jogo” para orientar, explicar, fazer com que o Empreendedor saiba que:
Ø  Não se pode administrar um negócio achando que o que vale é o quanto temos de dinheiro no bolso (em caixa) no dia de hoje, esquecendo os dias que virão (Capital de giro, Fluxo de Caixa, Investimento, etc.).
Ø  Não se pode administrar um negócio sem REGISTRO DE DADOS/INFORMAÇÃO.
Ø  Não se pode administrar um negócio sem PLANO ESTRUTURADO DE AÇÃO.
Ø  Existem alguns fatores-chave do sucesso:
1)    DISCIPLINA: O registro dos dados (Indicadores do item 3 abaixo) deve ser efetuado TODOS OS DIAS, ao final do expediente.
2)    PADRONIZAÇÃO: O registro dos dados deve seguir um padrão, para que os dados possam ser comparados.
3)    INDICADORES: Abaixo, alguns exemplos de Indicadores. Para cada tipo de negócio existirá uma “cesta de indicadores” apropriada.
§  Informações de Apoio (Não Financeiras)
®    Unidades vendidas por produto.
®    Quantidade de Clientes atendidos.
§  Informações Financeiras
®    Receita (Recebimento)
o   Dinheiro
o   Cartão de Crédito
o   Cartão de Débito
o   Cheque
®    Custos Fixos e Variáveis (Qualquer tipo de despesa operacional gerada em função das vendas é custo variável. As que independem das vendas é custo fixo).
o   Gasto com matéria-prima (Variável)
o   Compra de Mercadoria para Revenda (Variável)
o   Comissão sobre a venda com cartão de Débito ou Crédito (Variável)
o   Comissão sobre venda (Variável)
o   Inadimplência (variável)
o   Salários, Benefícios e Encargos Sociais (Fixo).
o   Aluguel (Fixo)
o   Uniformes (Fixo)
o   Conta de Luz (Fixo)
o   Conta de Gás (Fixo)
o   Conta de Telefone (Fixo)
o   Material de Limpeza (Fixo)
Ø  Veremos, abaixo, as necessidades de “Hardware”, “Software” e os requisitos de análise básicos deste “Sistema” de Controle e Gestão:
1)    Material Necessário para o Registro dos dados - Hardware: Para iniciar, um Caderno Grande de 50 folhas, uma calculadora e uma caneta.
§  Separe 1 (uma) folha (frente e verso) para cada dia do mês.
§  Na frente: Informações analíticas:
®    Separe as Informações por grupo: Não financeiras primeiro e financeiras depois.
®    Atenção: Os valores são os EFETIVAMENTE PAGOS no dia.
®    Dentro de cada Grupo, separe as Receitas, com uma linha para o Total de Receitas, os custos Variáveis com uma linha para o total de custos Variáveis e as despesas Fixas, também co uma linha para o total de Despesas Fixas.
§  No verso, 7 linhas com as informações Resumidas do dia, iniciaremos o processamento diário dos dados, gerando, enfim, INFORMAÇÃO:
®    Não Financeiros (unidades vendidas)
®    Receitas
®    Custos Variáveis
®    Margem de Contribuição (Receitas – Custos Variáveis)
®    Margem de Contribuição Unitária (Margem de Contribuição dividido pela quantidade Vendida)
®    Custos Fixos
®    Resultado (Margem de Contribuição – Fixos)
2)    Resumo mensal:
§  Indicadores Financeiros Totais Mensais: Somar cada item acima, exceto Margem de Contribuição unitária que deve ser calculada, e obter o resultado mensal acumulado até a data.
o   Análises (Dados Financeiros Mensais para Exemplo):
§  Quantidade Vendida:              500
§  Receita:                            R$ 5.100,00 (10,20 por unidade vendida)
§  Custos Variáveis :            R$ 1.700,00 (   3,40 por unidade vendida)
§  Margem de Contribuição  R$ 3.400,00
§  Margem de Contr. Unitária:     R$ 6,80 por unidade vendida
§  Despesas Fixas:      R$ 2.000,00
§  Resultado:               R$ 1.400,00
§  Ponto de Equilíbrio:   295 unidades, ou seja: Com esta estrutura de Receita e Custos, quando atingir a venda de 295 unidades no mês, todas as despesas fixas estarão pagas.
Ø  Planilha Eletrônica
Após um tempo de aprendizado e fixação dos conceitos DENTRO DA SUA ATIVIDADE, podemos pensar em transferir os dados para Planilhas Eletrônicas.
O interessante é que, certamente, surgirão maiores demandas de análise dos dados, gerando mais informação Gerencial. É o início de um círculo virtuoso que, embora não garanta o sucesso, ajuda a sair de situações difíceis e não esperadas que certamente ocorrem no dia a dia.
Caso desejem informação sobre modelos de planilha para cada tipo de negócio, basta escrever email para bf_moura@garcia-moura.com.br que terei o máximo prazer em ajudar.



Não importa o tamanho da Empresa (Micro, Pequena ou Média), todas as definições aqui apresentadas podem ser adaptadas ao seu negócio e aplicadas.
E então, vamos Controlar nosso Negócio?

Bruno F. Moura
(Novembro de 2012)



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Planejamento Estratégico para 2013


Outubro de 2012 já começou e muitas empresas (sejam elas Micro, Pequenas, Médias ou até Grandes) ainda não definiram o Planejamento de curto prazo (para 2013), nem tão pouco o de médio e longo prazo (2014 -> 20??).

Este panorama é mais comum do que possam pensar os leitores deste blog. Não ter planejamento das estratégias para os próximos anos significa que não existem ações específicas para que sejam atingidos os objetivos que, em geral, estão muito claros “na cabeça” do Empreendedor/Gestor. É certo que boa parte destas ações, para que alcancem os objetivos em 2013, não podem esperar para que sejam iniciadas só em 2013.

Como já foi publicado nos posts anteriores, a importância de Planejamento Estratégico é inquestionável. O que deve ser observado é a adequação dos métodos ao tamanho do negócio, pois vivemos numa época em que as metodologias estão muito voltadas para as grandes corporações (muito estruturadas), deixando as Micro, Pequenas e Médias Empresas à parte destas metodologias.

A seguir, analisaremos as possibilidades de adequação dos conceitos de Planejamento Estratégico, sempre levando em consideração que o Empreendedor/Gestor sabe infinitamente mais do seu negócio (incluindo suas nuances de operação, demanda e concorrência) do que o “Senhor Consultor”.

O trabalho de definir as metas e os indicadores de avaliação, bem como a análise destes indicadores para correções das ações (estatisticamente é quase impossível que um negócio possa atingir 100% das metas planejadas sem nenhuma correção de rota) deve ser efetuado por uma equipe composta por representantes de TODOS os departamentos/setores da Empresa, não importa o tamanho desta. A liderança desta equipe e o voto final é que devem ser exercidas pelo Empreendedor/Gestor.

(*) Aqui vale ressaltar a importância do Empreendedor/Gestor como líder desta equipe. Como líder, ele já “vem de fábrica com A autoridade”. É importante que ele exerça esta autoridade para apoiar a “liberdade criativa” desta equipe, tirando o maior proveito das ideias geradas e apoiando as correções de rumo como parte natural do processo.

É de igual importância que as reuniões desta equipe sejam efetuadas com total isolamento do dia a dia da Empresa para que não sofram interrupções. As opções são muito variadas, tanto para as reuniões efetuadas nas instalações da Empresa (ao final do expediente, aos finais de semana) ou fora delas (num hotel ou até mesmo em outro município). Datas e horários de início e fim também devem estar bem definidos.

1.     A primeira tarefa desta equipe é a análise do ambiente, identificando:
Ø  Pontos Fortes e Fracos da Empresa.
®      Capacidade Financeira
®      Estrutura de Custos e Despesas para cada área da Empresa.
®      Tabelas de Preços
®      Capacitação dos colaboradores
Ø  Oportunidades e Ameaças do contexto Econômico e do mercado de atuação da Empresa.
®      Previsão para 2013 do PIB (Brasil e Regiões de Interesse da Empresa)
®      Previsão de Crescimento para as atividades da Empresa
®      Principais Concorrentes: Capacidade Financeira, estrutura de Custo, tendência de Preços (altos ou baixos).
Ø  O que Ajuda e o que Atrapalha.
Ø  O que depende (Análise Interna) e o que não depende (Análise Externa) da Empresa.

A organização da análise do ambiente pode ser efetuada pela metodologia SWOT (exemplo na figura 1 abaixo), que facilita a visualização do contexto da Empresa.

Figura 1 – Exemplo de Análise SWOT

2.     Objetivos Estratégicos (Visão, aonde se quer chegar):

Caso não exista definição anterior, a equipe define a MISSÃO (Como a Empresa quer ser percebido pelos Clientes e pelo Mercado), a VISÃO (Quais os resultados espera obter daqui a determinado número de anos) e VALORES (Quais os comportamentos padronizados a Empresa, seus colaboradores, parceiros e fornecedores devem ter).

Como estamos falando do planejamento para 2013 e o gerenciamento dos indicadores será para este período, a Visão macro deve conter apenas os objetivos (resultados) esperados até o final de 2013.
Os objetivos da Visão são desmembrados sob quatro perspectivas:
®      FINANCEIRA
ü  Valores Financeiros -> Faturamento, Despesa, Resultado, Fluxo de Caixa, Estoque.
ü  Valores Financeiros médios por unidade vendida -> Custo, Preço.
®      CLIENTE
ü  Mercado -> Participação no mercado alvo.
ü  Criar e Oferecer Valor:
§  Clientes Atuais -> Satisfação, retenção (fidelização) e rentabilidade.
§  Clientes em Potencial -> Conquista de novos clientes.
®      PROCESSOS INTERNOS
ü  Processos de maior impacto na satisfação, retenção e rentabilidade dos clientes atuais, bem como na conquista de novos clientes.
ü  Criação de valor. Processos que criam um diferencial em relação aos concorrentes.
®      APRENDIZADO (CONHECIMENTO, INOVAÇÃO).
ü  Incrementar e manter em alto nível para TODOS os colaboradores:
§  Capacitação técnica;
§  Capacidade de Inovação;
§  Motivação e,
§  Alinhamento com as metas corporativas.
ü  Incrementar e manter em alto nível os sistemas de informação e apoio.

Este exercício de definição dos Objetivos gera uma ferramenta muito utilizada que é o BALANCE SCORECARD (BSC), que nada mais é do que uma Tabela de Indicadores Balanceados.
(*) ver considerações sobre o BSC ao final do blog.

Com a adoção do BSC, os critérios de medição do desempenho (principalmente dos dados não financeiros) migraram de INTANGÍVEIS (bom, ruim, rápido, lento etc.) para TANGÍVEIS (Valor, Porcentagem, Quantidade, Índice).

A representação gráfica da Visão e dos Objetivos em todas as perspectivas, bem como as diversas formas de relacionamento entre eles gera o Mapa Estratégico, como é exemplificado na figura 2 abaixo:


Figura 2 – Exemplo de Mapa Estratégico

3.     Com a definição dos Objetivos em todas as perspectivas e as cadeias de relacionamento entre eles, a próxima etapa é a elaboração de um quadro geral que tenha com clareza quais os Indicadores que vão ser utilizados, as Metas para estes indicadores e as Iniciativas necessárias para que estas metas sejam atingidas.

Abaixo, na figura 3, um quadro com exemplo resumido de Indicadores, Metas e Iniciativas, onde cada Iniciativa (Plano de Ação) possui sua meta medida por um Indicador (as metas para 2013 estão em amarelo). Cada Plano de Ação é composto de inúmeras etapas e todas devem estar contempladas minuciosamente para que possam ser medidas.

Figura 3 – Exemplo de Quadro de Indicadores, Metas e Iniciativas (Plano de Ação).

4.     Implantação dos Planos de Ação
Nesta fase, são implantados os planos de ação.
 É altamente recomendável que a equipe se divida em subgrupos, de modo a que, para a implantação de TODOS os Planos de Ação, exista pelo menos um membro da Equipe que participou de todo o processo.


5.     Avaliação de Resultados
A equipe deve se reunir com uma frequência tal que possibilite a análise dos Indicadores em relação às metas estipuladas. Após a análise, deve-se atuar nos Planos de Ação, providenciando a correção de rota para os que não estão no caminho das metas.

Atenção Líder (Empresário/Gestor):
v  É imperativo que, fruto das análises da Equipe, medidas de correção de rumo seja tomadas. É pouco provável que dê tudo certo!
v  Não entendam a formação desta equipe como sendo um “peso” para a Empresa. Se bem conduzida, esta operação levará a um maior índice de satisfação e de busca comum pelos objetivos.
v  Todos estão envolvidos. Não é hora de buscar culpados ou de crucificar alguém! A solução, na grande maioria dos casos, vem do grupo!
v  Importante: As conquistas dever ser reconhecidas e comemoradas, pois são de todos!

Na figura 4 abaixo, um exemplo da representação gráfica dos Indicadores no Mapa Estratégico para um determinado período, com visualização colorida representando o nível de atingimento das metas, conforme exemplo abaixo:
·         Verde = Meta Atingida.
·         Amarelo = Meta não atingida, mas dentro de uma margem aceitável.
·         Vermelho = Meta não atingida.



Figura 4 – Exemplo de Análise gráfica dos Indicadores

Na análise deste exemplo (figura 4), utilizaremos apenas dos Objetivos que estão abaixo das metas (caixa na cor vermelha). Nesta análise, traremos alguns questionamentos que podem ser levantados na reunião de acompanhamento.

Ø  Perspectiva de Processos:
®      Na Busca pela Excelência em Tecnologia da Informação, não houve lançamento de novos produtos.
a      Em quais subprocessos do plano de ação ocorreram falhas que inviabilizaram o Objetivo?
b      Quais as alternativas técnicas e humanas para conseguir alcançar o objetivo?
c      A Tecnologia utilizada é a mais recomendada?
d      O material foi comprado de acordo com as especificações?
Ø  Perspectiva de Mercado/Clientes
®      Houve perda de Market Share, quando deveria ter havido ganho de 15%.
a      O plano de comissionamento não estimulou os vendedores?
b      O problema é de percepção de qualidade do produto?
c      O Preço de Venda está adequado aos Objetivos?
d      Houve algum tipo de queda na atividade econômica?
Ø  Perspectiva Financeira
®      Não houve o aumento de Receita e de Resultado previsto.
a      As despesas e Custos estão em linha com o orçamento do período?
b      A relação Quantidade x Preço está adequada?

6.     Resumo do Planejamento (Ciclo)
O segredo do sucesso deste processo é a continuidade das reuniões de análise e avaliação.
No início, os ciclos tendem a ser mais curtos. Com o passar do tempo, se tornam mais longos.
O Líder do Grupo deve ter atenção especial neste ponto, promovendo uma reunião diferente (lugar, hora, etc.) e/ou fazendo rodízio na formação da Equipe, para que outros colaboradores se sintam responsáveis pelos resultados também.
Na figura 5 abaixo, um resumo do fluxo aqui apresentado:

Figura 5 – Ciclo do Planejamento Estratégico


Não importa o tamanho da Empresa (Micro, Pequena ou Média), todas as definições aqui apresentadas podem ser aplicadas.
E então, vamos ao Planejamento para 2013?


Bruno F. Moura
(Outubro de 2012)


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(*) Balance Scorecard (BSC)
O Balance Scorecard (BSC) foi criado na década de 90 (David Norton e Robert Kaplan, EUA), utilizado uma ferramenta de mensuração que se baseava não somente em dados financeiros, como também em dados não financeiros, com o objetivo de alinhar o planejamento estratégico com as ações operacionais das empresas.
Por comunicar a Missão e a Estratégia Corporativa através de um conjunto de indicadores de medição de desempenho e pelo dinamismo do conceito, o BSC passou a ser utilizado também como uma Ferramenta de Implantação da Estratégia, tornando-se um Sistema de Gestão Estratégica Integrada.

Vantagens do BSC
- Ordena conceitos e ideias preexistentes de uma forma lógica, objetiva e inteligente, possibilitando a construção de um sistema de gestão estratégica vinculada ao planejamento Corporativo.
- Facilita a Comunicação da Estratégia e Alinha a organização com a mesma.
- Como a formulação dos indicadores e das metas se baseia em dados tangíveis, o grau de resistência à sua adoção tende a ser baixo.
- Monitoramento fácil com visualização gráfica do nível de atingimento das metas.
- Por ser flexível, permite foco nas ações de implementação e correção de falhas dos processos.
- Promove sinergia corporativa.

Desvantagens do BSC
- O BSC não é uma meta, mas sim o instrumento de elaboração e aferição do atingimento das mesmas.
- A implantação do BSC exige das corporações:
·         Formação de grupos de trabalho interdepartamentais para elaboração e validação dos indicadores. O BSC deverá considerar as informações necessárias, tendo como foco as metas a serem atingidas.
·         Sistemas de coleta de informações e BI (Bisuness Inteligence) bem estruturados.
·         Treinamento motivacional para todos os colaboradores.
- O BSC não traz resultados imediatos. A análise prematura dos indicadores (base de dados em formação) pode levar a conclusões e decisões erradas.
- Existe um tempo, que dependerá de cada corporação, de aprendizado e melhor utilização o BSC.

Literatura:
É fácil encontrar na Internet e Livrarias publicações sobre o Balance Scorecard. Existe muito material.